O que Jesus ensinou sobre a Salvação
JESUS veio a este mundo com uma missão clara: buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19:10). Ele veio resgatar a humanidade da morte eterna. Em Seu nascimento, o anjo havia dito a José: "e Lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mateus 1:21). Em Sua apresentação no templo, cerca de 40 dias após Seu nascimento, o piedoso Simeão declarou: "Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, [...] porque os meus olhos já viram a Tua salvação" (Lucas 2:29, 30). A grande missão de Jesus é salvar.
A Bíblia informa que todos pecaram (Romanos 5:12), e, sendo o salário do pecado a morte (Romanos 6:23), o destino certo de todo ser humano seria esse. Entretanto, para que tivéssemos uma segunda chance, Jesus interveio. Ele Se dispôs a morrer em nosso lugar e, dessa maneira, salvar-nos da condenação do pecado e nos garantir o direito à vida eterna.
Jesus ensinou que o coração humano é corrupto e está cheio de morte, adultério, prostituição, etc. O pecado estabeleceu uma separação entre a criatura e seu Criador (Isaías 59:2). Para vencer esse abismo, Jesus deveria vir ao mundo, tornando-Se o elo entre Deus e a humanidade (João 14:6). Por Sua divindade, Jesus liga-Se a Deus, e, por Sua humanidade, liga-Se a nós.
Jesus veio assumir os pecados do ser humano e morrer em seu lugar. Esse não foi um plano tardio, pois Deus não foi pego de surpresa pelo pecado. Antes mesmo que a humanidade fosse criada, um plano havia sido elaborado caso ela caísse. Por isso, a Bíblia ensina que Jesus, o Cordeiro de Deus, foi morto antes mesmo da fundação do mundo (1 Pedro 1:19-20; Apocalipse 13:8).
Jesus veio a este mundo porque a humanidade precisava ser salva da morte eterna. Foi um ato de amor maravilhoso. Deixar as cortes celestiais e toda a Sua glória, assumir nossa frágil natureza e morrer numa rude cruz – tudo Ele fez por amor. Se isso não sensibilizar nosso coração, nada mais o fará.
Até mesmo a eternidade será insuficiente para agradecermos a Jesus tudo o que fez por nós. Assumindo nossa culpa, teve que morrer nossa morte. Impressiona mais ainda o fato de Jesus fazer isso mesmo sabendo que muitos não reconheceriam esse sacrifício. Quantas pessoas vivem hoje como se não houvesse a história da cruz! Você já parou para pensar nisso? Em Cristo, porém, temos profunda união com Deus. Por Sua vida justa e morte substitutiva, somos justificados e aceitos pelo Pai.
Com Jesus, a história sempre tem um final feliz. Mesmo sem fazer esforço, apenas balindo em desespero, a ovelha foi salva. Essa parábola nos ensina que Jesus é o Pastor que sempre vem. Em nosso desespero, quando clamamos por socorro, Ele virá ao nosso encontro. Curará nossas feridas, nos colocará nos ombros e nos levará em segurança para casa. Outro ensino da parábola é que há festa no Céu quando um filho ou filha volta para o lar. Essa alegria foi sentida por Jesus. O profeta Isaías declara: "Ele [Jesus] verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito" (Isaías 53:11).
Somos salvos pela graça de Deus independentemente das boas obras, ou seja, de nossas boas ações. Essa salvação é recebida pela fé em Cristo como o prometido Salvador. Somente os méritos de Cristo são plenamente suficientes para nos perdoar e salvar. Paulo confessou: "longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (Gálatas 6:14).
A Bíblia estabelece um claro contraste entre o verdadeiro e o falso caminho da salvação. Paulo declara: "Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, sua fé lhe é atribuída como justiça" (Romanos 4:4, 5). Essa é a questão crucial – ninguém precisa de obras para ser justificado. Devemos apenas crer e confiar em Cristo.
Há dois erros muito comuns atualmente. O primeiro é acreditar que nossas obras podem, de alguma forma, contribuir para nossa salvação. A Bíblia ensina que aquele que procura tornar-se santo pelas próprias obras está tentando o impossível (Jeremias 13:23; Isaías 64:6). O erro oposto, e não menos perigoso, é achar que a crença em Cristo nos isenta da observância da lei de Deus e das exigências do evangelho. Somos salvos pela graça, mas os que não estiverem em Cristo serão julgados pelas obras (Mateus 12:36; 16:27; Apocalipse 20:12). Na cena do "Grande Julgamento", Jesus deixou claro que os salvos praticavam boas obras. Ou seja, o resultado natural de ser salvo por Jesus é a prática de boas obras (Mateus 25:37-40). Jesus deixou claro que, quando estamos ligados a Ele, será impossível não dar frutos (João 15:5).
Kết luận
Antes mesmo que o ser humano pecasse, Deus havia estabelecido um plano para resgatá-lo. Jesus viria ao mundo para morrer em seu lugar. Somos salvos exclusivamente pela graça de Jesus. Quando o pecador, pela fé, aceita a Cristo como seu Salvador pessoal, a justiça de Cristo lhe é imputada e substitui sua vida de pecado. O resultado da habitação de Cristo no coração é a prática das boas obras, como um "fruto do Espírito" (Gálatas 5:22). A grande notícia do evangelho é que não fomos nós que escolhemos Cristo, mas Ele nos escolheu e nos destinou à salvação (João 15:16; 1 Tessalonicenses 5:9).
Bài kiểm tra bài học
Trả lời các câu hỏi dưới đây để ghi lại tiến độ của bạn trong bài học này.
Đăng nhập để trả lời và lưu tiến độ của bạn.